"Defender a vida, os valores morais e éticos do Evangelho não é fácil, mas temos que lutar contra a cultura de morte que querem implantar no Brasil. (Miguel Martini)"                                                                                                         "Antes mesmo de te formar no ventre materno, eu te conheci, antes que saísses do seio de tua mãe, eu te consagrei. (Jeremias 1,5) "                                                                                                         "Os filhos são um dom de Deus. (Salmo 126,3) "                                                                                                         "Defender a vida humana é nossa prioridade. (Miguel Martini)"                                                                                                         "Fale por aqueles que não podem falar por si mesmos. (Provérbios 31,7) "                                                                                                        
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27/08/08
Vacina contra rubéola

 O deputado federal Miguel Martini (PHS-MG) enviou requerimento ao Ministro de Saúde José Temporão, solicitando informações sobre campanha de vacinação contra a rubéola, que está sendo realizada no país.


 


O objetivo é detectar se nas vacinas distribuídas no Brasil há a presença do hormônio gonadotrofina coriônica, encontrado em vacinas argentinas. De acordo com estudos da Faculdade de Farmácia e Bioquímica da Universidade de Buenos Aires, foi identificada a presença do hormônio, que é esterilizante, em vacinas contra rubéola distribuídas pelo Ministério da Saúde do país. “Diante desse fato urge a necessidade de apurar sobre a vacinação feita no Brasil. O mínimo que temos que fazer é exigir que tais testes sejam feitos nas vacinas distribuídas no Brasil”, ressalta o deputado.


 


De acordo com Miguel Martini, também foram constatadas agentes esterilizantes em vacinas na Nigéria e Filipinas, em campanhas de vacinação em massa contra determinadas doenças como a rubéola. “Esse fato ocorre principalmente em países do Terceiro Mundo onde a popularidade e a ampla aceitação de vacinas anti-doenças facilitam a introdução de agentes anti-fertilidade nas vacinas. Assim, campanhas de vacinação se tornam verdadeiras campanhas de controle populacional”, diz Martini.


 


Entre os questionamentos feitos ao Ministério da Saúde, ainda estão o motivo de algumas regiões terem público-alvo e idades diferentes de outras regiões e qual é a procedência e nome dos laboratórios que forneceram as vacinas.


 


O deputado informou que amostras da vacina brasileira estão sendo encaminhadas para análise.



Janaina Santos
Assessoria de Comunicação do Deputado Federal Miguel Martini