O deputado federal Miguel Martini (PHS-MG) enviou requerimento ao Ministro de Saúde José Temporão, solicitando informações sobre campanha de vacinação contra a rubéola, que está sendo realizada no país.
O objetivo é detectar se nas vacinas distribuídas no Brasil há a presença do hormônio gonadotrofina coriônica, encontrado em vacinas argentinas. De acordo com estudos da Faculdade de Farmácia e Bioquímica da Universidade de Buenos Aires, foi identificada a presença do hormônio, que é esterilizante, em vacinas contra rubéola distribuídas pelo Ministério da Saúde do país. “Diante desse fato urge a necessidade de apurar sobre a vacinação feita no Brasil. O mínimo que temos que fazer é exigir que tais testes sejam feitos nas vacinas distribuídas no Brasil”, ressalta o deputado.
De acordo com Miguel Martini, também foram constatadas agentes esterilizantes em vacinas na Nigéria e Filipinas, em campanhas de vacinação em massa contra determinadas doenças como a rubéola. “Esse fato ocorre principalmente em países do Terceiro Mundo onde a popularidade e a ampla aceitação de vacinas anti-doenças facilitam a introdução de agentes anti-fertilidade nas vacinas. Assim, campanhas de vacinação se tornam verdadeiras campanhas de controle populacional”, diz Martini.
Entre os questionamentos feitos ao Ministério da Saúde, ainda estão o motivo de algumas regiões terem público-alvo e idades diferentes de outras regiões e qual é a procedência e nome dos laboratórios que forneceram as vacinas.
O deputado informou que amostras da vacina brasileira estão sendo encaminhadas para análise.
Assessoria de Comunicação do Deputado Federal Miguel Martini






